Polícia federal solicita prorrogação de prazo para concluir diligências da Operação Sem Desconto, enquanto ministro André Mendonça reforça necessidade de celeridade nas apurações
A Polícia Federal solicitou ao Supremo Tribunal Federal mais prazo para concluir as diligências relacionadas à investigação que cita Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, no âmbito da Operação Sem Desconto, que apura fraudes envolvendo o INSS.
O pedido foi encaminhado ao ministro André Mendonça, relator do caso no STF, após a PF informar que ainda precisa analisar um grande volume de materiais apreendidos, incluindo dispositivos eletrônicos e documentos vinculados às investigações. (Folha de S.Paulo)
Anteriormente, Mendonça havia determinado que a corporação concluísse parte dessas análises em até 60 dias, demonstrando preocupação com a demora na conclusão das diligências. (Folha de S.Paulo)
Segundo a Polícia Federal, a necessidade de prorrogação decorre da quantidade de provas a serem examinadas e da limitação de efetivo disponível para conduzir as perícias, o que impactou o cronograma inicialmente previsto. (Folha de S.Paulo)
As investigações também se conectam a apurações mais amplas envolvendo o grupo Fictor/Banco Master, que tramitam sob a relatoria de André Mendonça no Supremo Tribunal Federal. (Metrópoles)
Até o momento, não houve conclusão das investigações nem apresentação de denúncia relacionada a essa etapa da apuração. O pedido da PF será analisado pelo relator, que decidirá sobre a ampliação do prazo para continuidade dos trabalhos. (Folha de S.Paulo)
Fotos STF
Inscrevam-se no nosso canal no YouTube.