Presidente argentino critica duramente o marxismo durante discurso para estudantes em Buenos Aires e associa a ideologia ao autoritarismo, ao coletivismo e à perda da liberdade individual.
O presidente da Argentina Javier Milei, em um discurso corajoso e necessário diante de estudantes do ensino médio da Escola ORT, em Buenos Aires, alertou para a natureza profundamente destrutiva do marxismo, classificando-o corretamente não como mera teoria econômica falha, mas como ideologia satânica que usurpa o lugar de Deus e instala o Estado totalitário no centro da existência humana.
Ao citar a peça juvenil “Oulanem”, de Karl Marx, um texto repleto de maldições contra a humanidade e ódio ao Criador, e o rigoroso estudo de Richard Wurmbrand em “Marx e Satanás”, Milei expôs com clareza que a agenda marxista, longe de prometer paraíso, produz inferno, privação e opressão, exatamente como a tentação da serpente no Gênesis.
Em meio à preparação para a reeleição, o presidente libertário eleva o debate acima da mera disputa política e o transforma em escolha moral, confrontando de frente as forças de esquerda, como a trotskista Myriam Bregman e o peronista Axel Kicillof, que ainda defendem ou relativizam essa doutrina fracassada.
Ao falar com franqueza a jovens de uma instituição judaica, Milei cumpre o dever de formar consciências livres e impedir que novas gerações caiam na mesma ilusão coletivista que já causou tantas tragédias.
Texto: Rodolfo Oliveira
Fotos: Divulgação