BOMBEIROS CONTROLAM INCÊNDIO NA CASA DE NUNES MARQUES APÓS 40 MINUTOS DE COMBATE

REDAÇÃO

Fogo atingiu a residência do presidente do TSE, em Brasília, após vazamento de gás em um botijão ligado a um forno; ministro e esposa saíram ilesos.

Um incêndio atingiu a residência do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, neste domingo (30), no Lago Sul, em Brasília. O caso ocorreu no fim da tarde e mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros.
Segundo informações divulgadas pela assessoria do TSE, o incêndio começou após um vazamento de gás em um botijão conectado a um forno localizado na área externa da casa. As chamas se espalharam e atingiram o telhado de acrílico da residência.
No momento do incidente, Kassio Nunes Marques estava na residência acompanhado da esposa. Apesar do susto, ninguém ficou ferido e todos os ocupantes conseguiram sair em segurança.
O Corpo de Bombeiros do Distrito Federal foi acionado e atuou no combate ao fogo. As equipes conseguiram controlar as chamas após aproximadamente 40 minutos de trabalho no local.
A ocorrência chamou atenção por envolver o presidente do TSE, órgão responsável por conduzir a Justiça Eleitoral brasileira durante o período das eleições de 2026. Nunes Marques assumiu a presidência da Corte eleitoral em maio deste ano.
De acordo com as informações oficiais divulgadas até o momento, não há indicação de que o incêndio tenha sido provocado de forma intencional. A causa apontada foi um acidente doméstico envolvendo vazamento de gás.
As equipes de emergência atuaram para impedir que o fogo se espalhasse para outras áreas da residência. O material do telhado de acrílico contribuiu para a propagação das chamas no local.
O episódio ocorre enquanto Kassio Nunes Marques ocupa uma posição de destaque no Judiciário brasileiro, comandando o TSE durante um ano eleitoral.
Após o controle do incêndio, a situação foi considerada resolvida e não houve registro de feridos entre moradores ou bombeiros envolvidos na operação.
O caso segue sendo tratado como um acidente doméstico causado por vazamento de gás, sem qualquer evidência oficial de atentado ou ação criminosa.
Foto: TSE