Operação Make Up cumpre 49 mandados de busca e apreensão contra nomes ligados ao filme “Dark Horse”, incluindo Mário Frias e Karina Gama, enquanto o avanço de Flávio Bolsonaro nas pesquisas e a proximidade com decisões sobre o comando da PF levantam questionamentos sobre o timing da ação.
A sequência dos últimos acontecimentos levanta questionamentos relevantes sobre o momento e a condução das investigações: menos de 24 horas após o confronto aberto no STF pelo comando da Polícia Federal, a Operação Make Up, autorizada por Flávio Dino, colocou 49 mandados de busca e apreensão em execução, atingindo nomes ligados ao filme Dark Horse, como Mário Frias e Karina Gama.
O timing ganha ainda mais peso diante do cenário eleitoral e da ascensão de Flávio Bolsonaro nas pesquisas citadas, enquanto coexistem investigações distintas conduzidas sob relatorias diferentes no Supremo.
A quantidade de buscas, a existência de documentação já apresentada pela defesa e a proximidade temporal entre as decisões sobre Andrei Rodrigues tornam legítima a cobrança por transparência.
O que exatamente se buscava encontrar, por que medidas tão invasivas foram consideradas necessárias e quais são os limites de quem investiga, de quem autoriza e de quem fiscaliza essas investigações?
Para os críticos, mais do que o conteúdo das apurações, é justamente essa sobreposição de poderes e o timing das medidas que alimentam a percepção de que a operação precisa ser submetida ao máximo escrutínio institucional.
Texto: @jornalista.rodolfo.oliveira
Foto: Divulgação
🔔A notícia não para por aqui.
📢 SIGA O DIÁRIO 360
▶️ Inscreva-se no nosso YouTube
🌐 Acesse diario360.com.br
🔗 LINK NA BIO: Acesse nosso site e todas as nossas plataformas.