CASO DARK HORSE: MÁRIO FRIAS DENUNCIA ASSASSINATO DE REPUTAÇÃO APÓS OPERAÇÃO SOBRE FILME DE BOLSONARO

REDAÇÃO

Deputado Mário Frias afirma ter sido alvo de um “verdadeiro assassinato de reputação” após ser associado ao PCC durante as investigações sobre o filme Dark Horse e critica a divulgação de suspeitas antes da conclusão das apurações.

O deputado federal Mário Frias (PL-SP) reagiu às investigações envolvendo o filme Dark Horse, que retrata Jair Bolsonaro, e afirmou ter sido alvo de um “verdadeiro assassinato de reputação”, após seu nome ser associado ao PCC antes da conclusão das apurações.
O parlamentar questionou a forma como as suspeitas foram divulgadas e relatou momentos de tensão vividos por sua família durante uma ação policial em sua residência, afirmando que agentes teriam apontado armas para sua sogra e sua filha de 15 anos.
A Polícia Federal investiga possíveis irregularidades envolvendo R$ 2 milhões em emendas destinadas por Frias ao Instituto Conhecer Brasil e posteriores transferências para empresas ligadas à produção do longa, mas, segundo os próprios elementos divulgados na investigação, não seria possível afirmar que os R$ 750 mil recebidos pela produtora tenham origem direta nas emendas parlamentares.
Frias sustenta ainda que uma perícia teria apontado a ausência de dinheiro público na produção e defende que o caso seja tratado com base em fatos, provas e direito de defesa, criticando o que considera uma tentativa de transformar suspeitas ainda sob investigação em condenação pública.
Para o deputado, o episódio ultrapassou os limites de uma apuração legítima e se tornou uma ofensiva capaz de destruir sua imagem e atingir sua família.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: Divulgação
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