
Enquanto o governo Lula insiste em celebrar supostas “vitórias” na redução de impostos sobre o diesel, caminhoneiros de todo o Brasil ameaçam paralisar o país nos próximos dias, expondo a total incompetência da gestão petista no controle dos combustíveis. Lideranças como Wallace Landim, o “Chorão”, da Abrava, denunciam que o tímido corte de tributos federais foi imediatamente anulado pelo reajuste da Petrobras — empresa controlada pelo Planalto — feito apenas um dia depois, provando que a alta dos preços é política, não de mercado. Em vez de resolver o problema, o governo ignora as demandas históricas da categoria, como o travamento eletrônico da tabela de frete e a isenção de pedágio para caminhões vazios, preferindo proteger os lucros da estatal a ouvir quem movimenta 60% da economia nacional.
Os impactos de uma eventual greve já são devastadores e recairão sobre toda a população, como ocorreu em 2018 quando o país parou: prateleiras de supermercados vazias, falta de combustível em postos, remédios que não chegam a hospitais, inflação galopante e prejuízo bilionário para a indústria e o agronegócio. Milhões de brasileiros voltarão a sofrer com o desabastecimento de alimentos, alta dos preços e caos logístico exatamente por causa da inoperância de Lula, que, mais uma vez, coloca interesses ideológicos e corporativos acima do povo. Enquanto o Palácio do Planalto discute “medidas emergenciais” que nunca saem do papel, caminhoneiros e consumidores pagam a conta de uma gestão que transformou o diesel em arma política.
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