Filhos da elite iraniana estudam nos EUA enquanto regime mantém discurso antiocidental
REDAÇÃO
Revelação expõe contradição entre retórica oficial do Irã e estilo de vida de familiares de autoridades
A recente revelação do New York Post expõe mais uma vez a hipocrisia nauseante da elite teocrática iraniana: enquanto o regime demoniza os Estados Unidos como o “Grande Satã”, queima bandeiras americanas e incita multidões com gritos de “Morte à América”, os filhos e parentes dos próprios líderes, de ex-presidentes a clérigos influentes e chefes de segurança nacional, desfrutam tranquilamente das melhores universidades americanas, de Union College a George Washington University e Emory, muitos deles obtendo green cards, cargos de professor ou carreiras lucrativas no “império do mal”.
Essa prática não é mera conveniência pessoal; é o ápice do cinismo de uma casta que rouba o povo iraniano para sustentar seu luxo, reprime brutalmente qualquer dissidência em nome de uma ideologia antiocidental, mas reserva para si e sua prole os privilégios da liberdade, da excelência acadêmica e da prosperidade que nega à nação que oprime.
Longe de ser uma exceção, esse padrão confirma que o ódio declarado ao Ocidente é ferramenta de controle interno, enquanto a elite sabe perfeitamente onde reside a verdadeira qualidade de vida, e não hesita em enviá-la para lá, às custas do sofrimento alheio.
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