Pesquisa aponta rejeição à presidência de Erika Hilton em comissão da Câmara

REDAÇÃO

Levantamento indica divisão sobre representatividade e reacende debate sobre pautas de gênero

A pesquisa da RealTime Big Data expõe a rejeição brutal da sociedade brasileira à imposição ideológica de Erika Hilton (PSOL-SP) na presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher: 84% dos entrevistados dizem não aceitá-la no cargo, enquanto 61% concordam com as declarações diretas e realistas de Ratinho no SBT, que afirmou que mulher é quem tem útero, menstrua e passa pelos desconfortos biológicos típicos, questionando legitimamente se uma mulher trans pode representar de fato as pautas femininas concretas. 
Esses números, colhidos após a votação conturbada na Câmara (11 a favor e 10 em branco, com a oposição alegando irregularidade regimental e tentativa de anulação), mostram que a maioria do povo não engole a narrativa esquerdista de que gênero é fluido e que experiências biológicas não importam: a comissão existe para tratar de violência contra mulheres biológicas, mortalidade materna e temas profundamente ligados à biologia feminina que Erika, por definição, não vivencia. 
Em vez de unir forças contra o machismo real, o PSOL força uma agenda identitária radical que aliena a população comum, transformando uma comissão séria em palco de ativismo trans e polarização, com Hilton sendo vista como símbolo de “invasão” ideológica em vez de representante genuína.
Esse resultado popular é um tapa na cara da esquerda woke: enquanto 61% aplaudem Ratinho por falar o que muita gente pensa, sem rodeios, sem medo de cancelamento, a rejeição de 84% prova que o Brasil não quer ver pautas femininas sequestradas por minorias ativistas que priorizam identidade sobre realidade biológica.
Texto: @jornalista.rodolfo.oliveira
Foto: Divulgação