TRUMP PRESSIONA O IRÃ COM MÃO DE FERRO: OU DESISTE DO TERRORISMO OU PERDE TODA INFRAESTRUTURA ENERGÉTICA E PETROLÍFERA

REDAÇÃO

Presidente dos EUA condiciona ação militar à reabertura do Estreito de Ormuz e avanço nas negociações

O presidente Donald Trump mais uma vez demonstra liderança firme e estratégica ao anunciar, em sua rede social, que os Estados Unidos mantêm conversações sérias com um “novo e mais razoável regime no Irã” para pôr fim à guerra. 
Com grandes progressos já registrados, Trump prioriza a diplomacia, mas deixa claro que a paciência americana tem limite: se um acordo não for firmado e o Estreito de Ormuz não for reaberto imediatamente ao tráfego internacional, os EUA atacarão todas as centrais elétricas, poços de petróleo e os terminais da ilha de Kharg.
Essa postura reforça a abordagem de força pela paz que caracterizou sua primeira administração. 
Diferente de governos anteriores que toleraram o terrorismo iraniano, o financiamento a milícias e o avanço nuclear, Trump não hesita em usar o poderio americano para proteger rotas comerciais vitais e impedir que o regime teocrático continue ameaçando a economia global. 
A ameaça explícita, a segunda contra as centrais elétricas iranianas, serve como dissuasão necessária contra um regime que historicamente responde apenas à força.
Ao condicionar a escalada à abertura do estreito e ao avanço das negociações, Trump equilibra pressão militar com oportunidade de desescalada. 
É a linguagem clara e direta que o Irã entende: ou o regime muda de comportamento, ou enfrentará consequências devastadoras. 
Essa é liderança responsável que coloca os interesses americanos e a estabilidade mundial em primeiro lugar.
Por: Rodolfo Oliveira 
Foto: AP