Pré-candidato ao Governo de SP ataca modelo cívico-militar enquanto gestão petista acumula resultados insatisfatórios em escolas públicas
O pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), criticou duramente a militarização das escolas promovida pelo governador Tarcísio de Freitas, classificando-a como “vendendo uma fantasia” durante evento nesta segunda-feira (30).
Enquanto o modelo cívico-militar em São Paulo busca impor disciplina, hierarquia e redução da violência em ambientes escolares cada vez mais caóticos, com relatos de quedas em indisciplina e depredação em experiências semelhantes pelo país, Haddad, que já comandou a Educação nacional e a prefeitura de São Paulo com resultados medíocres em indicadores de qualidade, prefere atacar a iniciativa como ilusão autoritária em vez de reconhecer o fracasso retumbante das políticas pedagógicas “progressistas” que transformaram muitas escolas públicas em territórios de bagunça, bullying, tráfico e baixo desempenho.
Em vez de apresentar propostas concretas para recuperar o ensino básico paulistano, o petista opta pelo discurso vazio contra qualquer medida que fuja do manual ideológico da esquerda, ignorando que a presença de monitores militares tem demonstrado, em diversos casos, melhora no ambiente de aprendizado e segurança para professores e alunos honestos.
Essa crítica de Haddad revela não só o desprezo petista por soluções práticas que funcionam na prática, mas também o pavor de perder terreno eleitoral para uma gestão que prioriza ordem e resultados sobre narrativas vitimistas, uma fantasia real, sim, mas a do PT: acreditar que mais do mesmo “humanismo” falido vai resolver o colapso educacional que ajudou a criar ao longo de décadas.
Por: Rodolfo Oliveira
Foto: Reuters