Nova lei amplia estrutura da administração federal e gera debate sobre aumento de gastos e impacto nas contas públicas
Lula sancionou a lei que cria 17,8 mil novos cargos na administração pública federal, ao custo estimado de R$ 5,3 bilhões aos cofres públicos, sob o pretexto de “reestruturação” e concessão de gratificações.
Enquanto o governo insiste em elevar a dívida bruta para quase 80% do PIB, amplia gastos com programas assistencialistas e reclama de falta de recursos, o petista não hesita em engordar a máquina estatal com milhares de novos postos bem remunerados, muitos deles destinados a acomodar aliados, militantes e apadrinhados políticos.
Essa medida revela, mais uma vez, o DNA do lulismo: priorizar o inchaço do Estado, o clientelismo e a distribuição de cargos em vez de promover eficiência, corte de gastos ou redução da burocracia que sufoca o setor produtivo.
Em um país com contas públicas desequilibradas, inflação persistente e crescimento anêmico, sancionar uma lei que adiciona R$ 5,3 bilhões em despesa permanente é um ato de irresponsabilidade fiscal escandalosa, que será pago com mais impostos, mais dívida ou mais inflação sobre o bolso do contribuinte brasileiro.
Lula continua fazendo o que sempre fez melhor: expandir o Estado para servir ao partido, mesmo que o Brasil quebre no processo.
Por: Rodolfo Oliveira
Foto: Metrópoles