IRÃ USA JOVENS COMO ESCUDOS HUMANOS EM USINAS ELÉTRICAS: A COVARDIA DO REGIME DOS AIATOLÁS

REDAÇÃO

Regime convoca atletas, estudantes e artistas para “correntes humanas” em manobra propagandística, expondo civis a riscos enquanto busca proteger infraestruturas críticas

O Irã convocou jovens, incluindo atletas, estudantes e artistas, a formarem correntes humanas ao redor de usinas elétricas, na vã tentativa de proteger infraestruturas críticas após as ameaças de Donald Trump de bombardear o sistema energético do país caso o Estreito de Ormuz não seja reaberto.
Em vez de negociar a reabertura da via marítima vital ou reduzir a tensão provocada por sua própria agressividade regional, o regime dos aiatolás prefere sacrificar a juventude iraniana como bucha de canhão propagandística, transformando civis em alvos potenciais para uma possível resposta militar e expondo o desprezo absoluto pela vida humana que sempre caracterizou a ditadura islâmica.
Esse cinismo revela a essência podre do governo iraniano: um regime que financia terrorismo internacional, reprime brutalmente seu povo, persegue minorias e mulheres, e agora usa jovens como escudos vivos para manter sua estratégia de chantagem nuclear e bloqueio econômico, enquanto líderes vivem em bunkers luxuosos.
Longe de defender a “soberania”, a manobra apenas confirma que o Irã é um Estado pária disposto a tudo, inclusive ao sacrifício de sua própria geração mais nova, para preservar o poder de uma elite fanática que há décadas ameaça a estabilidade global.
A convocação para “correntes humanas” não é resistência; é a confissão explícita de um regime que não tem moral, nem coragem, nem respeito por seu povo.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: AFP