Presidente acusa adversários de “vender o Brasil”, enquanto discussão envolve uso e valorização de terras-raras e recursos minerais
O presidente Lula voltou a atacar o senador Flávio Bolsonaro e o governador Ronaldo Caiado, acusando-os de quererem “vender o Brasil” por defenderem que os minerais críticos e terras-raras sejam explorados com inteligência estratégica, segurança jurídica e prioridade nacional, em vez de serem negociados sob a lógica ideológica e clientelista que marcou os governos petistas.
Com a habitual retórica inflamada e vazia, Lula mais uma vez revela seu desprezo por quem ousar questionar a entrega de ativos estratégicos a interesses estrangeiros alinhados ou a projetos de “transição verde” que beneficiam mais China e globalistas do que o povo brasileiro.
Flávio Bolsonaro, ao contrário, tem se posicionado com lucidez e patriotismo raro em Brasília: defende que o Brasil pare de exportar minério bruto a preço de banana para ser processado no exterior e retorne como produto de alto valor agregado, gerando emprego, tecnologia e riqueza dentro de nossas fronteiras.
Enquanto Lula anuncia mais um “conselho” burocrático para terras-raras, receita certa para lentidão, corrupção e aparelhamento, o senador demonstra visão de futuro ao exigir que o Brasil trate suas reservas estratégicas como patrimônio nacional inviolável, e não como moeda de troca geopolítica ou instrumento de barganha ideológica.
O contraste é brutal: de um lado, um presidente que já provou ser especialista em enfraquecer o país; de outro, um jovem líder que defende soberania real, desenvolvimento econômico concreto e o fim da subserviência mineral que Lula insiste em perpetuar.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: Metrópoles