Senador Flávio Bolsonaro cita resultados de Nayib Bukele e propõe endurecimento penal e ampliação do sistema prisional
O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República nas eleições de outubro de 2026, defendeu com entusiasmo a adoção no Brasil de medidas inspiradas no bem-sucedido modelo de segurança pública implementado pelo presidente Nayib Bukele em El Salvador. Durante evento realizado no Rio de Janeiro no mês de março, o senador destacou a necessidade urgente de construir muitas e muitas prisões para acabar com o déficit de vagas no sistema penitenciário e tirar de circulação os criminosos que aterrorizam a população.
Flávio Bolsonaro, que visitou pessoalmente El Salvador no ano passado e conheceu de perto o Centro de Confinamento do Terrorismo, conhecido como Cecot, relatou ter testemunhado uma transformação radical no país. Antes um dos mais violentos do mundo, com taxa de homicídios superior a 100 por 100 mil habitantes, El Salvador hoje registra índices abaixo de 2 por 100 mil, devolvendo paz e tranquilidade às famílias salvadorenhas graças à política firme de combate às gangues.
No discurso, o senador elogiou abertamente o modelo Bukele, que prioriza a prisão em massa de integrantes do crime organizado, o endurecimento das leis e o uso de presídios de alta segurança. Ele defendeu ainda a redução da maioridade penal para crimes graves, argumentando que jovens de 14 anos que cometem atrocidades sabem exatamente o que estão fazendo e precisam responder por seus atos. Segundo Flávio, o Brasil não pode mais tolerar a impunidade que permite a quadrilhas como o Comando Vermelho e o PCC dominarem territórios e destruírem vidas.
Essa postura representa uma proposta corajosa e necessária para enfrentar a violência que assola o país há décadas. Ao apontar o exemplo concreto de El Salvador, onde a determinação política trouxe resultados impressionantes em poucos anos, Flávio Bolsonaro demonstra visão de futuro e compromisso em priorizar a segurança da população brasileira, garantindo que famílias possam viver sem medo nas ruas, favelas e cidades. A ideia de replicar o que já provou funcionar é recebida com otimismo por quem deseja um Brasil mais seguro e próspero.
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