Governador afirma que proposta priorizava critérios sociais e contesta interpretação da corte
O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), criticou com firmeza a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que derrubou a lei estadual que buscava melhorar o sistema de cotas nas universidades catarinenses, priorizando os mais pobres em vez de raça ou identidade de gênero.
Jorginho Mello rebateu nas redes sociais a narrativa distorcida de que a lei extinguia as cotas, esclarecendo que ela apenas as aperfeiçoava para atender quem realmente precisa, os economicamente vulneráveis, independentemente da cor da pele.
Com razão, o governador lamentou que o Brasil “não aceite sequer discutir o tema”, denunciando como o STF continua impondo uma agenda ideológica que perpetua a divisão racial e transforma universidades em espaços de engenharia social, em vez de mérito e igualdade real de oportunidades.
A postura de Jorginho Mello representa um importante contraponto ao ativismo judicial e ao racismo reverso institucionalizado, defendendo uma visão mais justa, republicana e focada na verdadeira pobreza, e reforçando que quem realmente perde com essa decisão são os estudantes pobres que continuam sendo preteridos por critérios de cor.
Texto: Rodolfo Oliveira
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