COMITIVA DE LULA CONSOME R$ 3,2 MILHÕES EM HOTÉIS DE LUXO PARA ESTADIA DE 48 HORAS EM NOVA YORK

REDAÇÃO

Hospedagem no Grand Hyatt New York e no Hotel Park Lane somou mais de R$ 3,2 milhões para a comitiva presidencial durante a passagem de Lula pela Assembleia Geral da ONU, segundo levantamento divulgado pelo Diário do Poder

Levantamento dos custos da viagem presidencial à Assembleia Geral da ONU, em Nova York, gerou forte desgaste político para o governo federal ao revelar que a hospedagem da comitiva brasileira custou R$ 3,2 milhões aos cofres públicos por um período de apenas dois dias. Os valores despendidos em hotéis de alto padrão na ilha de Manhattan reacenderam as críticas sobre a falta de austeridade fiscal da gestão, especialmente em um momento de contingenciamento de despesas no cenário interno.
Os pontos que ampliam a pressão sobre o Palácio do Planalto incluem:
Concentração de Gastos: O presidente Lula e sua equipe direta se alojaram no Grand Hyatt New York, gerando uma fatura de R$ 2,21 milhões. O restante da delegação oficial, composta por dezenas de servidores e ministros, ocupou o Hotel Park Lane, somando mais R$ 1,01 milhão em diárias.
Contradição no Discurso: Parlamentares da oposição exploraram politicamente os números, apontando uma incoerência entre o padrão de luxo adotado pelas missões diplomáticas no exterior e as recentes defesas do governo por cortes de gastos públicos e controle do Orçamento no Brasil.
Logística Onerosa: Além dos quartos, as despesas oficiais incluíram taxas acessórias, como o aluguel de infraestrutura de sinalização e bloqueio de trânsito nas imediações dos edifícios, elevando o custo total da rápida passagem por solo americano.
Embora o Ministério das Relações Exteriores e o Planalto reiterem que as despesas seguem tabelas de diárias internacionais compatíveis com as exigências de segurança e representação do Estado, a magnitude das cifras em uma viagem de curtíssima duração coloca a articulação financeira do governo sob constante escrutínio público.
Foto: O Globo