Possível bloqueio da principal rota energética do mundo ocorre em meio à escalada de conflito e pressiona preços internacionais
O regime dos aiatolás no Irã, fiel à sua tradição de chantagem global e terrorismo de Estado, elevou o tom da insanidade ao ameaçar fechar completamente o Estreito de Ormuz, por onde transita cerca de 20% do petróleo mundial, caso Donald Trump cumpra o ultimato de 48 horas e ataque usinas de energia iranianas, em resposta ao bloqueio já imposto que disparou o preço do barril em 50% e sufoca economias globais.
Essa bravata não é defesa soberana, mas ato de pirataria organizada: Teerã já atacou navios comerciais desarmados, fechou de fato a rota com ameaças e minas, e agora condiciona a reabertura à reconstrução de infraestrutura que só seria destruída por retaliar sua própria agressão, um ciclo vicioso onde o regime usa o petróleo alheio como escudo humano para proteger seu programa nuclear e exportar instabilidade.
Enquanto civis no mundo inteiro pagam a conta com inflação energética e risco de recessão, o Irã prova ser o maior exportador de caos: prefere afundar o comércio global, condenar milhões à pobreza e arriscar uma guerra total do que ceder em sua agenda fanática de hegemonia regional e ódio ao Ocidente.
É chantagem nuclear disfarçada de “direito de defesa”, e o mundo não pode mais tolerar que um punhado de fanáticos armados até os dentes segure a economia planetária em refém.
Texto: @jornalista.rodolfo.oliveira
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