ENDIVIDAMENTO BATE 49,7% DA RENDA E SE APROXIMA DO RECORDE: FRACASSO ECONÔMICO DO GOVERNO LULA

REDAÇÃO

Estabilidade em nível elevado reflete política econômica do governo Lula, com juros altos, populismo e expansão fiscal que sufocam o consumo

O endividamento das famílias brasileiras estacionou em 49,7% da renda anual em janeiro de 2026, segundo dados do Banco Central, repetindo o patamar de dezembro e ficando perigosamente próximo do recorde histórico de 49,9% registrado em julho de 2022.
Essa estabilidade em nível altíssimo, somada ao aumento do comprometimento de renda para 29,3% e à piora também no endividamento das empresas, reflete o fracasso da política econômica do governo Lula, que mantém juros elevados para conter a inflação gerada por gastos públicos descontrolados, expansão fiscal irresponsável e intervencionismo constante.
Em vez de promover crescimento sustentável com redução gradual da taxa Selic e responsabilidade fiscal, o petismo opta por populismo de curto prazo, como programas assistencialistas e emendas parlamentares, o que sufoca o consumo, encarece o crédito e empurra milhões de brasileiros para o endividamento crônico, muitas vezes via cartão de crédito e empréstimos caros.
O resultado é uma sociedade cada vez mais refém dos bancos, com menos capacidade de investimento e poupança, enquanto o governo finge normalidade ao celebrar “estabilidade”.
Aos brasileiros resta a conta amarga: quase metade da renda comprometida com dívidas, crescimento anêmico e a perspectiva de que, sem mudança radical de rumo, o recorde histórico será batido em breve, aprofundando a vulnerabilidade econômica de famílias e empresas sob o peso de uma gestão que prioriza poder a resultados concretos.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: Divulgação