Dados do Banco Central mostram avanço do endividamento em fevereiro e acendem alerta sobre cenário fiscal brasileiro
A dívida bruta do governo geral atingiu 79,2% do PIB em fevereiro, segundo dados divulgados nesta terça-feira (31) pelo Banco Central no Boletim de Estatísticas Fiscais, alcançando a marca de R$ 10,2 trilhões e representando mais um avanço perigoso no endividamento público sob o governo Lula.
Esse patamar, que continua subindo mesmo em um contexto de juros elevados e crescimento econômico medíocre, reflete a gestão fiscal irresponsável do petismo: gastos descontrolados, expansão de programas assistencialistas como o Bolsa Família sem contrapartida de produtividade, rombos primários recorrentes e uma política de “gastança” que prioriza clientelismo eleitoral em detrimento do equilíbrio das contas públicas.
Em vez de promover reformas estruturais ou conter despesas, o Planalto acumula uma bomba-relógio que compromete gerações futuras, eleva o custo da dívida via juros, pressiona a inflação e afasta investimentos produtivos, tudo enquanto Lula se refugia na narrativa de “proteção social”.
O resultado é um país cada vez mais endividado, com menos espaço para crescimento real e maior vulnerabilidade a choques externos, o preço amargo de uma administração que troca responsabilidade fiscal por popularidade de curto prazo.
Por: Rodolfo Oliveira
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