POBREZA NA ARGENTINA CAI AO MENOR NÍVEL DESDE 2018: VITÓRIA DO AJUSTE DE MILEI BENEFICIA MILHÕES DE FAMÍLIAS

REDAÇÃO

Dados do INDEC apontam recuo expressivo no segundo semestre de 2025, com melhora também na extrema pobreza

Buenos Aires, 1º de abril de 2026: 
O Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC) confirmou nesta terça-feira (31) que a pobreza na Argentina recuou para 28,2% no segundo semestre de 2025 (julho a dezembro), o patamar mais baixo registrado desde o primeiro semestre de 2018. A queda foi de 9,9 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2024, quando o índice estava em 38,1%, e de 3,4 pontos em comparação ao primeiro semestre de 2025 (31,6%).
A indigência (extrema pobreza) também registrou melhora significativa, caindo para 6,3% – redução de 1,9 ponto percentual em um ano. Nos 31 aglomerados urbanos monitorados pela Encuesta Permanente de Hogares (EPH), a pobreza afetou cerca de 8,5 milhões de pessoas, enquanto a indigência atingiu aproximadamente 1,9 milhão. Quando projetados para todo o país, os números indicam cerca de 13 milhões de pobres, dos quais cerca de 3 milhões em situação de indigência.
O resultado é interpretado como uma clara vitória da política econômica do presidente Javier Milei, que assumiu o governo em dezembro de 2023 herdando uma crise profunda, com inflação galopante e pobreza em patamares alarmantes. No auge da turbulência inicial do ajuste – necessário para conter a herança de anos de descontrole fiscal e monetário –, a pobreza chegou a 52,9% no primeiro semestre de 2024. Desde então, com o controle acelerado da inflação, a estabilização macroeconômica e o crescimento real dos salários acima da alta de preços, o indicador reverteu a tendência e acumula quedas consecutivas.
Analistas destacam que o principal motor dessa recuperação foi o aumento do poder de compra das famílias. Os ingressos cresceram acima da inflação, permitindo que mais lares superassem a linha da canasta básica total. Milei celebrou o dado com sua marca registrada: “La pobreza sigue bajando. Dato, no relato. MAGA!”, reforçando que os números oficiais comprovam o sucesso de sua estratégia de ajuste fiscal rigoroso, redução do Estado e combate à emissão monetária descontrolada.
A trajetória é notável: da herança peronista/kirchnerista de mais de 40% de pobreza ao pico pós-posse e, agora, ao retorno aos níveis mais baixos em quase oito anos. O governo argumenta que o “sangramento” inicial – corte de gastos, desregulamentação e combate aos privilégios – foi o remédio amargo necessário para recolocar a Argentina no caminho da prosperidade sustentável, livrando o país do risco de hiperinflação e default.
Especialistas pró-mercado veem o dado como prova de que o modelo liberal de Milei funciona: menos intervencionismo estatal, mais liberdade econômica e responsabilidade fiscal geram, a médio prazo, benefícios concretos para os mais vulneráveis. A queda da indigência, em especial, demonstra que as políticas de estabilização estão protegendo os mais pobres ao restaurar o valor da moeda e da renda.
Ainda há desafios pela frente – a pobreza segue elevada em termos históricos e o Gran Buenos Aires registra índices um pouco acima da média nacional (32,6%). No entanto, o rumo é inequivocamente positivo. Com inflação em trajetória de controle e atividade econômica mostrando sinais de recuperação, o segundo semestre de 2025 consolida a narrativa de que o “choque” de Milei está dando certo e devolvendo esperança a milhões de argentinos.
Como o próprio presidente costuma dizer: os fatos, não o relato, mostram que a Argentina está mudando para melhor. A redução da pobreza é o maior troféu até agora de sua gestão corajosa e transformadora.
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