BOLSONARO TERÁ APOIO DE MAIS CINCO PARENTES APÓS DECISÃO DE MORAES QUE LIBEROU VISITAS PERMANENTES

REDAÇÃO

Alexandre de Moraes autoriza cinco novos familiares a visitar Jair Bolsonaro durante a prisão domiciliar, enquanto mantém regras específicas para os encontros e restringe qualquer finalidade político-eleitoral.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a inclusão de cinco novos familiares na lista de pessoas autorizadas a visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro durante o período de prisão domiciliar em Brasília.
A decisão foi tomada após um pedido apresentado pela defesa de Bolsonaro, que solicitou a ampliação do grupo de parentes com permissão para ter contato direto com o ex-presidente dentro das regras estabelecidas pela Justiça.
Entre os novos visitantes autorizados estão Renato Bolsonaro, irmão do ex-presidente, além das cunhadas Geovanna Kathleen e Suyane Lanuze Lima, e os sogros Vicente de Paulo Reinaldo e Maisa Torres Antunes.
Os filhos Carlos Bolsonaro e Jair Renan Bolsonaro já possuíam autorização para realizar visitas. O senador Flávio Bolsonaro, por outro lado, permanece sem permissão para visitar o pai.
As visitas deverão seguir o calendário oficial determinado pelas autoridades responsáveis, com dias e horários definidos, não sendo permitida a entrada livre a qualquer momento.
Segundo a defesa, a ampliação da lista de visitantes tem como objetivo permitir maior apoio familiar ao ex-presidente, especialmente diante da rotina de cuidados e compromissos de seus familiares próximos.
A decisão de Moraes também estabelece que os encontros não podem ter finalidade político-eleitoral ou servir para divulgação de manifestações públicas relacionadas ao ex-presidente.
Com a autorização, Bolsonaro passa a contar com mais familiares próximos habilitados a acompanhá-lo durante o cumprimento das medidas impostas pela Justiça.
O caso continua sendo acompanhado no Supremo Tribunal Federal, onde permanecem em vigor as regras que determinam as condições da prisão domiciliar.
A decisão ocorre em um momento de forte movimentação política envolvendo Bolsonaro e seus aliados, enquanto a defesa busca garantir o contato familiar dentro dos limites definidos pelo STF.
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