Ex-deputado Alexandre Ramagem afirma que o afastamento de Andrei Rodrigues representa o fim de uma estrutura que, segundo ele, teria monitorado autoridades, e defende investigação independente sobre as suspeitas.
O ex-deputado Alexandre Ramagem reagiu ao afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e afirmou que a medida representa a queda do que classificou como “braço de perseguição” de Alexandre de Moraes.
Segundo Ramagem, Andrei teria produzido relatórios clandestinos e monitorado autoridades, incluindo um ministro do Supremo Tribunal Federal e o advogado-geral da União, acusações que deverão ser esclarecidas pelas investigações.
O ex-delegado da PF também chamou atenção para o reconhecimento, na decisão que determinou o afastamento, de um suposto risco à integridade física de um ministro do STF e questionou a postura do presidente da Corte, Edson Fachin, diante do pedido de 13 ex-ministros do Supremo por uma apuração imediata e rigorosa.
Para Ramagem, os fatos exigem transparência e investigação independente, especialmente diante da gravidade das suspeitas envolvendo a Polícia Federal.
Texto: Rodolfo Oliveira
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